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quinta-feira, 8 de maio de 2014

A Musicoterapia - Karla Fioravante

Quando se fala de Musicoterapia, logo vem a pergunta: Mas, como funciona esse método terapêutico? – É aula de música? Você canta para o paciente? Como é que se dá esse processo?
Não se assuste se essas dúvidas te invadirem, no entanto, precisamos deixar bem claro, e explicito que a Musicoterapia não é aula de música e nem apenas uma forma de atuação onde o terapeuta canta e toca com o paciente.
O Musicoterapeuta é um profissional qualificado que cursa quatro anos de Faculdade e se aprimora tanto na parte clínica, quanto na parte musical que é utilizada como instrumento de trabalho por esse profissional.
Portanto, vamos colocar alguns pontos para que isso se esclareça para você que tem um interesse em fazer um processo musicoterapêutico e se a musicoterapia vai corresponder à sua busca por um tratamento terapêutico.

Definições
“Musicoterapia é a utilização da música e/ou de seus elementos (som, ritmo, melodia e harmonia), por um terapeuta qualificado, com objetivo de facilitar e promover comunicação, relacionamento, aprendizado, mobilização, expressão, organização entre outros objetivos terapêuticos relevantes, buscando atender às necessidades físicas, mentais, sociais e cognitivas” (Federação Mundial de Musicoterapia).

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Como a Música é Percebida no Cérebro Humano - Jeffrey K. Lauritzen

Provavelmente o desenvolvimento mais importante na investigação científica sobre a música foi a descoberta de que a música é percebida através da parte do cérebro que recebe os estímulos das emoções, sensações e sentimentos, sem antes ser submetida aos centros cerebrais envolvidos com a razão e a inteligência. Schullian e Schoen explicam este fenômeno: "Música, que não depende das funções superiores do cérebro para franquear entrada ao organismo, ainda pode excitar por meio do tálamo – o posto de intercomunicação de todas as emoções, sensações e sentimentos. Uma vez que um estímulo foi capaz de alcançar o tálamo, o cérebro superior é automaticamente invadido, e, se o estímulo é mantido por algum tempo, um contato íntimo entre o cérebro superior e o mundo da realidade pode ser desta forma estabelecido." 1 

Tempo e espaço não permitem uma abordagem completa da percepção musical. É suficiente dizer que estudos nos últimos cinqüenta anos tem trazido à luz algumas descobertas bastante significativas, que podem ser resumidas como se segue:

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Música proporciona melhor qualidade de vida

Terça-feira, 14 de junho de 2011, 16h59

Música proporciona melhor qualidade de vida

Renata Loures
Canção Nova Notícias


Um estudo da Associação Americana de Psicologia revela, o que muitos músicos já experimentam. Quem tem alguma relação com a música, tem mais qualidade de vida e menos chances de ter problemas de memória durante a terceira idade.